FAQ Perguntas Frequentes

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O que é LD?

O limite de detecção do método é a mínima concentração do analito que pode ser detectada, mas não necessariamente quantificada sob as condições empregadas durante a análise. Uma concentração abaixo do LD pode não ser detectada pelo método.

O que significa “presença de espuma” na análise de amostras de óleos lubrificantes?

Primeiro, é preciso entender como funciona o ensaio e pra que ele serve:
Esse ensaio de presença de espuma consiste em estimular a formação de espuma e verificar como ela se dissipa.
Quando não há desaparecimento rápido dessa espuma, isso pode indicar problemas.
Dentro do sistema, o líquido de arrefecimento está em constante movimento, ou seja, está sempre sujeito a criar essa espuma. Se ela não “quebrar” rapidamente, ela dificultará a troca de calor dentro do sistema de arrefecimento.
O ar (que fica dentro dessa espuma), é um péssimo condutor e não vai deixar o arrefecimento cumprir com seu trabalho de manter o motor na temperatura ideal. Existem ainda outros problemas causados por esse cenário, incluindo aceleração do desgaste do sistema.
A causa mais comum para a presença de espuma é a entrada de ar, mas outras causas podem resultar nessa espuma insistente, por isso é com fazer a verificação do equipamento e investigar a causa.

Branco de viagem

Esse branco consiste em frascos preenchidos com água destilada (para análise de metais) ou água mineral (para análise de orgânicos) que viajam fechados junto com os frascos vazios que serão utilizados para coletar a amostra e retornam fechados, ainda, para o laboratório com as amostras coletadas. Contaminações nesse branco indicam que podem ter ocorrido também contaminações na amostra, a partir de fontes que não estavam presentes no momento da coleta, e que os resultados analíticos da amostra não são acurados.

Branco de campo

Esse branco se trata de frascos preenchidos no campo com água destilada (para análise de metais) ou água mineral (para análise de orgânicos) que são expostos ao ambiente amostral pelo mesmo período que a amostra.  

O branco de campo é analisado com a mesma metodologia utilizada para a amostra, e caso seja verificado alguma contaminação, então provavelmente o mesmo ocorreu com a amostra durante a coleta ou processamento no laboratório.   

Por que temos que analisar a DQO quando eu preciso somente da DBO? 

A importância de analisarmos a DQO é para a previsão das diluições das amostras na análise de DBO. Como o valor da DQO é superior e o resultado pode ser obtido no mesmo dia da coleta, essa variável poderá ser utilizada para balizar as diluições. No entanto, deve-se observar que a relação DQO/DBO5,20 é diferente para os diversos efluentes e que, para um mesmo efluente, a relação altera-se mediante tratamento, especialmente o biológico.   

Desta forma, um efluente bruto que apresente relação DQO/DBO5,20 igual a 3/1, poderá, por exemplo, apresentar relação da ordem de 10/1 após tratamento biológico, que atua em maior extensão sobre a DBO5,20.   

O Que é DQO e DBO? 

Tanto a DBO e a DQO são utilizadas como uma medida indireta da quantidade de matéria orgânica presente em uma amostra. Essa medição é importante para monitoramento ambiental, uma vez que parte do carbono orgânico presente em águas doces são provenientes de efluentes e resíduos e a sua presença em elevado teor pode induzir ao esgotamento do oxigênio presente na água e, consequentemente, provocar o desaparecimento de organismos aquáticos. Por isso, o teor da matéria orgânica, e indiretamente a quantidade de oxigênio necessária para oxidá-la, é um importante indicador na determinação do grau de poluição de um corpo hídrico.   

A DBO é a quantidade de oxigênio necessária na oxidação de compostos orgânicos biodegradáveis presentes em uma determinada amostra para formas inorgânicas estáveis – tais como água, gás carbônico, sulfatos, amônia, nitratos – através da ação microbiana aeróbica. Geralmente, utiliza-se um período de incubação de 5 dias, a uma temperatura de 20ºC, em um teste referido como DBO5,20.  

Já a DQO é a quantidade de oxigênio necessária para oxidação da matéria orgânica presente em uma amostra através de substâncias químicas, por exemplo, o dicromato de potássio. Uma vantagem dele em relação à DBO, é que esse teste é realizado em um período menor de tempo. Outra diferença é que a DQO, geralmente, resulta em valores maiores do que o encontrado pelo ensaio de DBO, pois este último oxida somente a fração biodegradável dos carbonos orgânicos, enquanto que as substâncias químicas utilizadas no ensaio de DQO conseguem oxidar tanto a porção biodegradável como também a não biodegradável. Isso implica que quanto mais o valor determinado pelo ensaio de DQO se aproximar do encontrado pela DBO, mais biodegradável serão as matérias orgânicas presentes no efluente. Além disso, a DQO é utilizada para antecipar a diluição que será necessária no ensaio de DBO, uma vez que o seu resultado sai em um prazo menor.   

Os ensaios de ecotoxicidade podem ser classificados de duas maneiras: 

- ensaios agudos: detectam os efeitos imediatos, geralmente irreparáveis, avaliando a letalidade ou imobilidade dos organismos. São efeitos que ocorrem após curto período de exposição.  

-ensaios crônicos: são realizados com a finalidade de estudar o efeito principalmente sobre a sobrevivência, crescimento e/ou reprodução dos organismos. São efeitos que manifestam-se após dias, meses ou anos, dependendo do ciclo vital da espécie estudada. Esse efeito ocorre em geral, após um prolongado período de exposição.  

O que são ensaios de ecotoxicidade? 

São ensaios que permitem avaliar os danos ocorridos nos diversos ecossistemas após contaminação e também prever impactos futuros no ambiente decorrentes de alguma atividade humana.  

Estes ensaios utilizam diversos organismos representativos de diferentes ecossistemas, em condições controladas de laboratório, com o objetivo de estabelecer a relação causa/efeito das diversas fontes poluentes sobre as comunidades biológicas.  

Os resultados desses ensaios são aplicados de forma a reduzir ou eliminar os efeitos negativos das substâncias sobre o meio ambiente, particularmente, os cursos d’água. 

O que são compostos orgânicos semivoláteis (SVOCs)? 

Pela definição do método 8270, os compostos orgânicos semivoláteis são, em sua maioria, compostos orgânicos neutros, ácidos e básicos que são solúveis em diclorometano e capazes de eluir, sem derivatização, como picos em uma coluna capilar de sílica fundida.   

A lista de compostos inclui hidrocarbonetos aromáticos polinucleares, hidrocarbonetos e pesticidas organo clorados, ésteres fitalatos, ésteres organofosfatos, nitrosaminas, anilinas, piridinas, compostos nitroaromáticos e fenóis. 

O que são compostos orgânicos voláteis (COVs ou VOCs)? 

Os compostos orgânicos voláteis (VOCs) são definidos pelo EPA como sendo as substâncias que em temperatura ambiente passam rapidamente para o estado de vapor.  

Existe também uma outra definição mais difundida que classifica os VOCs como substâncias orgânicas que conseguem volatilizar sob condições normais de temperatura e pressão de ambientes internos, devido ao baixo ponto de ebulição (menor do que 200ºC) e alta pressão de vapor, que, por sua vez, são consequências do seu baixo peso molecular e fracas interações intermoleculares.   

Os VOCs são contaminantes liberados, por exemplo, durante a produção de adesivos, tintas, produtos de petróleo e fármacos.  

O que é TPH fingerprint? 

O TPH fingerprint consegue identificar e quantificar na amostra produtos como aguarrás, gasolina, óleo OC PREMIUM, óleo BPF, óleo de macaco hidráulico, óleo mineral, óleo de motor, querosene, thinner e pode ser utilizado para rastrear algum produto específico do cliente.  

 

O TPH fingerprint analisa hidrocarbonetos que apresentam entre 8 a 40 carbonos (C8 a C40) e utiliza o perfil cromatográfico da amostra para comparar com os cromatogramas dos produtos puros.  

A ALS é acreditada pelo Inmetro para realizar análises de águas e efluentes para a determinação de Hidrocarbonetos Totais de Petróleo (TPH) por Cromatografia Gasosa com Detector por Ionização de Chama (GC FID), baseado no método analítico USEPA 8015 D do Environmental Protection Agency (EPA).    

O que é o TPH fracionado? 

O TPH fracionado é utilizado na determinação de hidrocarbonetos aromáticos e alifáticos separadamente e, geralmente, reporta os resultados dividindo em faixas, que são constituídas por uma mistura de hidrocarbonetos cujas faixas de carbono variam conforme mostra o quadro a seguir:  

 

Faixas do petróleo   Faixas de carbono  
GRO    6 a 8 carbonos (C6 a C10)  
GRO    8 a 10 carbonos (C8 a C10)  
RBCA   10 a 12 carbonos (C10 a C12)  
RBCA   13 a 16 carbonos (C13 a C16)  
RBCA   17 a 21 carbonos (C17 a C21)  
RBCA   22 a 34 carbonos (C22 a C34)  

 

Esse tipo de quantificação em faixas é realizado, pois o petróleo é constituído por uma mistura complexa de substâncias químicas, e a identificação e medição de cada uma dessas espécies separadamente não seria prático para o objetivo de alguns tipos de monitoramento ambiental.   

O que são Surrogates? 

Surrogates são compostos bromados ou deuterados adicionadas às amostras, em uma concentração conhecida, que são utilizadas para monitorar a performance de análises orgânicas, tais como HPLC, GC e GC/MS.   

A taxa de recuperação, isto é, o quanto foi quantificado em relação à concentração adicionada conhecida, é utilizada para avaliar os efeitos de interferência de matriz e a performance do método.  

Essas substâncias utilizadas como surrogates são quimicamente similares ao analito estudado e, por isso, comportam-se de maneira similar durante as etapas de preparo da amostra e análise instrumental, porém são compostos que não estão presentes naturalmente na amostra. Devido a isso, elas não causam interferências ou erros na análise.   

Quais são os cuidados que devo ter ao enviar amostras por transportadora?  

As amostras devem ser enviadas ao laboratório no menor espaço de tempo possível após a sua coleta, preferencialmente, isso deve ser feito no mesmo dia da coleta. Os frascos devem ser guardados em caixas/containers adequados para protegê-los contra choques que podem ocasionar quebras, contaminações e perdas da amostra. Caso haja especificação em relação à temperatura, deve-se utilizar equipamentos próprios como freezers/refrigeradores ou fazer uso de caixas térmicas com gelo ou bolsas térmicas de gel previamente resfriadas. Além disso, cada frasco deve ser devidamente identificado com um nome/código único, data e local da coleta e é essencial que o cliente envie também a cadeia de custódia corretamente preenchida.   

A ALS informa os parâmetros fora da especificação? 

No laudo é indicado os parâmetros que ficam fora da faixa de especificação, desde que o cliente solicite o comparativo da legislação.  

O que é MS e MSD? 

MS: matriz spike  

MSD:  

Duplicata de matriz spike, vem da expressão em inglês Matrix Spike Duplicate, por isso também é conhecida pela sigla MSD.   

Essa técnica é, na verdade, uma extensão da MS, pois, ao invés de utilizar somente uma alíquota da amostra com a adição do analito testado, são preparadas duas replicatas. A MSD é utilizada para estimar a precisão analítica da recuperação, assim como do método em relação a uma determinada matriz.   

Para análises de metais, por exemplo, caso o índice de recuperação não seja adequado, adiciona-se o analito testado na amostra original que depois passa por uma etapa de digestão. 

O que é Matriz Spike? 

Matriz spikes (MS) são alíquotas das amostras ambientais nas quais foram adicionadas concentrações conhecidas do analito estudado antes da preparação, limpeza e análise. O teor de recuperação desse controle – isto é, o quanto foi quantificado em relação ao que foi adicionado – é utilizado para verificar se materiais presentes na própria amostra estão interferindo na análise, o que em analítica é chamado de efeito matriz, e assim, avaliar o desempenho da metodologia para um analito e matriz em particular, assim como é utilizado para aferir a exatidão da análise.  

A diferença entre o LCS e a matriz spike é que o primeiro é utilizado para demonstrar que o laboratório é capaz de executar um procedimento analítico – de forma precisa, acurada e dentro dos limites de detecção do método – em uma matriz sem interferentes, enquanto que o segundo avalia se o método escolhido é apropriado para a matriz da amostra, o qual pode conter substâncias desconhecidas que interagem com o analito e, dessa forma, interferir no resultado da análise.  

O que é LCS? 

É a sigla em inglês para laboratory control sample, que é utilizado para avaliar o desempenho do laboratório em executar análises de um determinado analito em uma matriz livre de interferentes.  

O LCS é de certa forma parecido com o branco do método – que se trata de uma matriz similar à amostra, livre do analito analisado e de outras contaminações, que passa por todas as etapas analíticas do método –, porém nele é adicionado uma quantidade conhecida do analito estudado. Ele é preparado e analisado junto com as amostras, empregando-se também a mesma metodologia.   

A taxa de recuperação do analito presente no LCS é utilizado, em conjunto com outras informações do controle de qualidade, para avaliar a aceitabilidade dos dados gerados para um conjunto de amostras analisadas. Já a taxa de recuperação do LCS deve estar dentro de uma faixa aceitável.   

O que é QA/QC? 

QA é a sigla para o termo em inglês quality assurance e QC para quality control. Em português, utiliza-se as expressões garantia de qualidade e controle de qualidade, respectivamente.   

QA/QC em análise ambiental se trata de um conjunto de ações empreendidas com o objetivo de promover a acurácia e a precisão dos dados analíticos e, assim, aumentar a sua confiabilidade. Enquanto a garantia de qualidade caracteriza-se como um plano mais amplo para manter a qualidade do programa como um todo, usado para identificar e corrigir problemas associados com a geração do dado analítico, o controle de qualidade é específico para cada atividade e consiste nas etapas que irão promover a validade da amostragem e dos procedimentos técnicos de análise.   

A garantia de qualidade é implementada através de práticas como documentação de todos os procedimentos técnicos, realização de treinamentos e validação documentada dos dados analíticos.   

A validação de dados inclui a revisão dos documentos de amostragem, a verificação dos dados analíticos, bem como a sua avaliação pelos cientistas do projeto e a resolução de problemas presentes nesses dados. Esse conjunto de atividades tem como objetivo corrigir dados eletrônicos suspeitos ou errados e sinalizar com flags aquelas informações analíticas com potenciais limitações.  

A verificação do controle de qualidade da amostragem e do laboratório é realizada através dos brancos de amostragem (de campo, do equipamento, de viagem), padrões de calibração, materiais de referência (padrões), surrogates, LCS, estudos do limite de detecção do método analítico, etc. Além disso, existe também o controle de qualidade do laboratório avaliado externamente, como as análises interlaboratoriais.  

Qual a diferença entre metais totais e dissolvidos? 

Do ponto de vista operacional, considera-se como metal dissolvido toda espécie de metal que passa por um filtro de 0.45 µm, enquanto que a fração retida é classificada como metal particulado ou suspenso. A soma dos metais dissolvidos e particulados/suspensos nos fornece a quantificação dos metais totais.  

O que significa *J? 

Essa flag é um tipo de qualificador de dados adicionado pelo laboratório ao lado de um resultado analítico e indica que, apesar da substância ter sido identificada na amostra, a sua concentração é estimada e não quantificada, por ela estar acima do limite de detecção (LD), mas abaixo do limite de quantificação (LQ).  

Esse tipo de resultado deve ser sinalizado com uma flag para evidenciar potenciais limitações de qualidade do dado e é adicionado durante a validação dos resultados, etapa que faz parte da garantia de qualidade de um laboratório analítico.  

O que são amostras indeformadas? Quais análises na indeformada? 

A amostra indeformada é coletada de forma que as características que se verificam in situ são preservadas. Ela é extraída com o mínimo de perturbação possível para procurar manter a estrutura original do solo e o nível de umidade e de compactação. Para coletar esse tipo de amostra, utilizam-se amostradores especiais em furos de sondagens ou ela é obtida pela extração em poços de investigação.    

É importante ressaltar que solos em condições naturais raramente são iguais de um ponto para outro.  

Esse tipo de amostra é utilizado, por exemplo, para determinação da porosidade total (macro + microporos), densidade natural, densidade do solo, condutividade hidráulica, índices de vazios e umidade volumétrica.  

O que são amostras deformadas? Quais análises na deformada? 

O conceito de amostra deformada ou indeformada só se aplica para análises de geotecnia, ou seja, para o estudo do comportamento de solos e/ou rochas.  

Amostra deformada é aquela que não mantém todas as características observadas in situ. Ela é extraída por meio de raspagem ou escavação, o que acarreta na destruição da estrutura original do solo e perda das suas características de compacidade.   

Essa amostra é utilizada na análise de umidade natural, densidade real, matéria orgânica, carbono orgânico, condutividade elétrica, granulometria, argila dispersa em água, alumínio, acidez potencial, limite de liquidez, limite de plasticidade, índice de plasticidade e fertilidade. 

Branco do equipamento

Esse branco é constituído pelo último volume de água empregado para enxaguar o equipamento que coleta a amostra e é utilizado para demonstrar que o equipamento não estava previamente contaminado.   

Quais e o que são os controles de qualidade (CQ)? 

O controle de qualidade (CQ) se trata de um conjunto de atividades técnicas –  

incluindo a amostragem, calibração e procedimentos analíticos – que são adotados para evidenciar e promover a produção de dados com precisão e exatidão conhecidos.  

Para amostragem de águas, efluentes, solos, resíduos sólidos e sedimentos, um desses controles de qualidade é o branco, utilizado para sinalizar se houve contaminação da amostra com qualquer material estranho desde a etapa de coleta, passando pelo transporte, até chegar na análise.   

A ALS reutiliza frascos?

Não.  

Eu pago pelos frascos?  

Não.  

Posso utilizar o mesmo tipo de frasco para todas as análises?  

Não, uma vez que cada matriz necessita de um tipo específico de frasco.    

Branco do método:

Esse branco é constituído por uma matriz livre de interferentes, similar à matriz da amostra – utiliza-se água, areia ou um sal (sulfato de sódio), dependendo do caso –, na qual são adicionados todos os reagentes utilizados na amostra durante as etapas do procedimento analítico, que incluem a preparação, a limpeza e a análise. Esse branco é usado para indicar se houve problemas de contaminação durante as etapas realizadas em laboratório que levem a um aumento da concentração do analito ou a um falso positivo. O resultado do branco deve ser menor do que o LQ do método.   

O que é LQ?  

Limite de quantificação é a concentração mais baixa de um analito que pode ser determinada com precisão e exatidão aceitáveis, nas condições utilizadas durante a análise.  

O que é rush time? 

Rush time é qualquer prazo de análise inferior ao padrão da ALS. 

A ALS reutiliza frascos?  

Não.  

Eu pago pelos frascos?  

Não.

Posso utilizar o mesmo tipo de frasco para todas as análises?  

Não, uma vez que cada matriz necessita de um tipo específico de frasco.    

O que é Holding time? 

Holding time é o período máximo indicado entre a coleta da amostra – mantida sob condições específicas – e a sua análise, sem que ocorra degradação significativa dos analitos ou das suas propriedades. Esse período depende das características do analito, do tipo da matriz e dos constituintes específicos da amostra.  

O holding time é estabelecido devido à possibilidade de determinados constituintes da amostra sofrerem degradação ou volatilização ao longo do tempo, o que resultaria em uma medida inacurada desses compostos.   

A fim de evitar a degradação dos analitos, algumas amostras demandam a preservação por meio químico e/ou físico, como pelo ajuste do pH e controle da temperatura, respectivamente. Dessa forma, é mais provável que os resultados obtidos através das análises expressarão o estado real do objeto estudado, seja ele um efluente, água, solo, sedimento, resíduo industrial, gás, ar interior, ar exterior, etc.   

O que é análise ambiental e por que devo fazê-la? 

Análise ambiental se trata da caracterização e avaliação da qualidade do meio ambiente utilizada na determinação do grau de impacto de qualquer atividade humana no nível de qualidade do solo, da água e do ar, assim como na verificação da eficácia de tratamentos de efluentes e na classificação de resíduos.   

Como posso interpretar os resultados, um vez que não tenho conhecimento técnico para entender?

A ALS Tribology Brasil possui um programa chamado Interpretação Ativa, que tem o objetivo de entrar em contato com o cliente, após o envio dos relatórios para conversarmos sobre um caso de maior criticidade criando uma oportunidade de esclarecer dúvidas sobre a interpretação e receber mais detalhe sobre as ações necessárias.

Quanto tempo leva para processar uma amostra de óleo?

A ALS Tribology Brasil processa as amostras dentro do prazo de 48h para equipamentos móveis e 72h para equipamentos industriais com a seguinte condição: o pré registro* deve feito dentro do Sistema 360.

Os resultados e as recomendações estão disponíveis através do Sistema 360 em tempo real. Os relatórios também podem ser baixados em PDF.

*Sempre que fizer o pré registro, saiba que o processo de entrada das amostras no laboratório é automático e sem interação humana, desta forma qualquer dado deve ser corretamente registrado, qualquer informação adicional ao pré registro não é considerada, por este motivo orientamos que não sejam enviadas , pois serão descartadas no ato do recebimento.

A espectrometria por infravermelho no motor contempla: oxidação; sulfatos; glicol; nitrato; percentual de fuligem?

Sim.

O parâmetro PQI atende ao parâmetro “determinação de elementos de desgaste”?

O PQI é usado para medir o desgaste ferroso de partículas de metal em óleo.

Estou com um equipamento parado esperando o resultado de uma amostra para tomar a decisão de trocar ou não o óleo, posso solicitar prioridade para essa amostra?

Sim, os clientes da Tribology devem entrar em contato com o SAC- Serviço de Atendimento ao Cliente pelo e-mail: als.sac@alsglobal.com ou WhatsApp: +55 (31) 99978-6003 e pedir que a amostra seja analisada em caráter de urgência.

Qual a validade da minha amostra de óleo?

A amostra de óleo não tem validade mas por se tratar de uma manutenção preditiva não é recomendado estocar. Então, após a coleta deve ser enviada imediatamente.

Como devo coletar o óleo?

Após a chegada dos kits, siga o passo a passo para realizar a coleta de todos os compartimentos do plano de manutenção. Para uma coleta do óleo perfeita, o equipamento deve ser movimentado e ter todos os seus implementos acionados para que o óleo circule pelas peças, mantendo as partículas em suspensão.

É importante lembrar que se o equipamento esteve sem funcionamento por mais de 30 minutos, ele deve ser movimentado novamente. Siga o passo a passo para realizar a coleta de todos os compartimentos do plano de manutenção.

Para a coleta, basta cortar a mangueira com aproximadamente um palmo maior do que a vareta de nível. No caso do bocal de enchimento, o tamanho deve ser suficiente para atingir no máximo 5 cm do nível do óleo de reservatório.

O passo seguinte é prender a mangueira na bomba, de modo que a ponta não entre no frasco de coleta. Aperte a porca para que a mangueira fique firme e destampe o frasco de coleta, guardando a tampa no saquinho e prendendo o frasco na bomba. Para garantir que não haja contato da bomba com o óleo, mantenha-a sempre na posição vertical.

Insira a mangueira no fundo do bocal de enchimento ou no tubo da vareta de nível e bombeie. Caso o óleo não seja filtrado, desça um pouco mais a mangueira no reservatório. Assim que o frasco estiver cheio, solte a porca da bomba para que o ar entre e o óleo pare de ser puxado. Puxe a mangueira do reservatório com cuidado e depois retire o frasco da bomba também cuidadosamente, tampando-o imediatamente.

Com a bomba na posição vertical, empurre a mangueira para baixo e limpe-a bem. Vire a bomba com a ponta da mangueira para cima e limpe novamente. Depois, basta puxar a mangueira para baixo. É importante ressaltar que a mangueira não deve ser reutilizada, devendo ser descartada em local apropriado. Clique aqui e veja o passo a passo.

Eu preciso de alguma ferramenta para realizar a coleta de fluidos?

Sim, no momento da coleta é necessário ter uma bomba ou uma válvula de coleta que auxiliará a saída do fluído e evitará a contaminação externa. Procure os nossos consultores para mais informações. Clique aqui e conheça nosso kit de coleta.

Existe um número mínimo de amostras que devo realizar?

O ideal é que se façam 12 coletas em cada compartimento para que se tenha o histórico do equipamento.

Com que frequência devo realizar a coleta de fluidos no meu equipamento?

Embora as recomendações do fabricante do equipamento original forneçam um bom ponto de partida para o desenvolvimento de práticas preventivas de manutenção, os intervalos de amostragem podem variar facilmente. A importância de uma peça de equipamento para a produção é uma consideração importante para determinar a frequência de coleta, assim como fatores ambientais como condições de operação quentes e sujas, viagens curtas com cargas pesadas e tempos de ociosidade excessivos.

Devo fazer análise de óleo em máquinas paradas?

As máquinas paradas também estão sujeitas a possível contaminação em consequência de problemas de diferentes origens. Eles podem ser provenientes de inconsistência no próprio óleo lubrificante, no equipamento ou por fatores externos. A análise de óleo em máquinas paradas possibilita que os equipamentos estejam sempre disponíveis caso sua empresa necessite utilizá-los.

Por que devo optar pelo análise PQI?

O PQI possibilita a antecipação de problemas de desgaste severo que pode não ser detectado precocemente por técnicas tradicionais de espectrometria de emissão atômica.

O que devo fazer após realizar a coleta de fluidos?

Para agilizar a análise, efetue o pré-registro* das amostras no site s360.com.br. As amostras coletadas deverão ser enviadas para o laboratório em Minas Gerais: Rua CC, 599, Bairro Arvoredo, Contagem – MG, 32.113-215.

*Sempre que fizer o pré registro, saiba que o processo de entrada das amostras no laboratório é automático e sem interação humana, desta forma qualquer dado deve ser corretamente registrado, qualquer informação adicional ao pré registro não é considerada, por este motivo orientamos que não sejam enviadas , pois serão descartadas no ato do recebimento.

O que é análise de óleo e por quê devo fazê-la?

A análise de óleo é uma ferramenta de diagnóstico, manutenção preditiva que tem o principal objetivo monitorar e avaliar as condições do lubrificante e equipamento. Ela permite que você maximize o desempenho e a confiabilidade dos ativos, identificando pequenos problemas antes de se tornarem grandes falhas. Pode prolongar com segurança os intervalos de drenagem de óleo e, em última instância, a vida de seu equipamento – economizando tempo e dinheiro.