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Análises de Alimentos que a ALS Life Sciences São Paulo oferece

A ALS Life Sciences oferece uma série de análises de alimentos, ensaios acreditados na norma ISO 17025 aplicáveis à área de alimentos e bebidas, incluindo análises microbiológicas, microscópicas, físico-químicas e moleculares que auxiliam as indústrias no controle da qualidade, identidade de seus produtos e na determinação dos nutrientes para rotulagem.

Nosso portfólio de análises atende às exigências legais da ANVISA para os padrões microbiológicos (Resolução nº 12/2001), padrões microscópicos (Resolução nº 14/2014) e limites toleráveis para micotoxinas (Resolução nº 7/2011). Realizamos análises de nutrientes de alimentos e bebidas (Resolução nº 360/2003);  identificamos alimentos transgênicos (Decreto nº 4.680/03) e alergênicos (Resolução nº 26/2015 e Lei nº 10.674/2003), quantificamos lactose (Lei nº 13.305/2016) e fenilalanina (Resolução nº 19/2010).

Tipos de análises

  • Análises Físico-Químicas (padrão de qualidade e identidade);
  • Análises para Rotulagem Nutricional;
  • Análises de Fenilalanina;
  • Análises de Contaminantes (Alergênicos, Metais, Micotoxinas, OGM);
  • Análises Microbiológicas  de Produtos e Processos;
  • Análises Microbiológicas  de Ambientes, Manipuladores, Utensílios e Equipamentos;
  • Análises Microscópicas;
  • Detecção e Quantificação de OGM em Milho e Soja;
  • Estudos de Vida de Prateleira (“Shelf Life”);
  • Estudos de Equivalência Substancial.

Portfólio de atuação

ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

  • Análises microbiológicas para alimentos “in natura”, semi-processados e processados realizadas para os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 12/2001 da ANVISA:
  • Contagem de Coliformes Termotolerantes (fecais), Determinação de Salmonella, Contagem de Estafilococos Coagulase Positiva e Contagem de Bacillus cereus, coliformes totais, Clostridium, Listeria, entre outras.
  • As análises microbiológicas podem ser aplicadas ao Monitoramento de Ambientes, Manipuladores e Equipamentos (técnica do “swab” e exposição em placa):
  • Contagem de Bactérias Aeróbicas Mesófilas, Coliformes fecais e/ou Contagem de Bolores e Leveduras, Estafilococos, Salmonella, entre outras.

ANÁLISES MICROSCÓPICAS

  • Análises microscópicas para alimentos embalados de acordo com as exigências da Resolução nº 14/2014 da ANVISA estabelece limite para matérias estranhas indicativas de risco a saúde ou falhas nas Boas Práticas de Fabricação.
  • Micotoxinas, el tipo de análise de micotoxina depende da categoria do alimento e o método utilizado é o método de Elisa.
  • Análise  de Alergênicos, glúten e lactose
  • Análise de alergênicos, glúten e lactose em alimentos, ingredientes, aditivos alimentares, coadjuvantes de tecnologia e matérias-primas bem como em equipamentos ou utensílios utilizados no processo de fabricação de acordo com exigências da Resolução nº 26/2015, da Lei nº 10.674/2003 e Lei nº 13.305/2016. Detecção de Alergênicos (trigo, centeio, cevada, aveia, ovos, amendoim, soja, leite, frutas secas entre outros).

ANÁLISE DE NUTRIENTES: ROTULAGEM

  • Análises nutricionais necessárias ao cumprimento das exigências da Resolução nº 360/2003 sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Valor Energético, Carboidratos, Proteínas, Gorduras Totais, Gorduras Saturadas, Gorduras Transaturadas, Fibra Alimentar Total e Sódio.
  • A metodologia utilizada tem como base o “Official Methods of AOAC International” e Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz.

ANÁLISE DE FENILALANINA: TABELA DA ANVISA

  • Análises para confecção da tabela da ANVISA para compor a dieta dos fenilcetonúricos. De acordo com a Resolução nº 19/2010, as empresas que produzem alimentos com conteúdo de proteína entre 0,1 e 5,0% estão obrigadas a realizar as análises de Fenilalanina, Proteína e Umidade.
  • As metodologias utilizadas têm como base as Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz e a validação de método por HPLC.

ANÁLISE DE ALIMENTOS TRANSGÊNICOS (ORGANISMO GENETICAMENTE MODIFICADO – OGM)

  • Análises para alimentos embalados, a granel e “in natura” que contenham organismos geneticamente modificados acima de 1%, que devem ser rotulados em cumprimento ao Decreto nº 4.680/03.
  • Essas análises são também solicitadas por empresas que desejam garantir que seus produtos são “livres de OGM”. São utilizados para a análise de organismos geneticamente modificados métodos de Elisa, PCR convencional e PCR em tempo real.
  • Detecção de OGM em soja, Detecção de OGM em milho, Quantificação de OGM em milho e Quantificação de OGM em soja, Detecção e Quantificação de OGMs para outras plantas e/ou eventos específicos sob consulta.

PADRÃO DE QUALIDADE E IDENTIDADE DE ALIMENTOS EMBALADOS

  • Análises físico-químicas de acordo com regulamentos técnicos específicos por categoria de produto. Para saber as análises requeridas para o seu produto consulte o site da ANVISA.

POTABILIDADE MÍNIMA DE ÁGUA

  • Análise para monitoramento de água de abastecimento, conforme parâmetros estabelecidos pela Portaria nº 2.914/11: Cloro Residual Livre, Cor Aparente, Odor, pH, Turbidez, Coliformes totais, Bactérias heterotróficas e Escherichia coli.
  • A metodologia utilizada tem como base o “Compedium of Methods for the Microbiological Examination of Foods” e o “Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater”.

Acreditações / Certificações

  • CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro)
  • MAPA
  • ANVISA
  • CTNBio

Aplicações

  • RDC nº 12/ 2001 – ANVISA – Estabelece os padrões de qualidade microbiológicos (MB) para alimentos embalados.
  • RDC nº 14/2014 – ANVISA – Estabelece os padrões referentes a microscopia (MC) Matérias Macroscópicas e Microscópicas Prejudiciais à Saúde Humana e Indicativas de Falhas das Boas Práticas e se aplica a todos os alimentos embalados.
  • Portaria Nº 146 (07/03/96) – MAPA – Estabelece os Regulamentos Técnicos de Identidade e Qualidade dos Produtos Lácteos que inclui os padrões Físico químicos (FQ) e Microbiológicos (MB); é utilizada como referência nos nossos laudos para leite e derivados junto com a RDC 12/2001.
  • RDC Nº 360/2003 – Retificação de publicação 2013 complementada pela RDC Nº 163/2006  – ANVISA – Regulamento Técnico sobre obrigatoriedade de Rotulagem Nutricional de Alimentos e Bebidas Embalados em Geral.
  • RDC Nº 359/2003 – ANVISA – Complementada pela RDC Nº 163/2006  – estabelece a Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados para Fins de Rotulagem Nutricional cuja porção obrigatória é expressa por porção de medida caseira do alimento e, opcionalmente, por 100g ou 100mL.
  • Decreto nº 4.680 de 22/2003 e Instrução Normativa Nº 1/2004 – Assegura o direito à informação do consumidor sobre alimentos embalados que contenham organismo geneticamente modificados acima de 1%.
  • RDC Nº 7/2011 – ANVISA – Estabelece análise de micotoxinas em alimentos prontos para oferta ao consumidor e em matérias- primas de acordo com limites máximos tolerados (LMT).
  • Resolução nº 19/2010 – Dispõe sobre a obrigatoriedade das empresas informarem à ANVISA a quantidade de fenilalanina, proteína e umidade de alimentos, para elaboração de tabela do conteúdo de fenilalanina em alimentos.
  • Lei 13.305/2016 – Dispõe sobre a rotulagem de alimentos que contenham lactose para garantir que os portadores de intolerância à lactose sejam informados sobre a presença deste açúcar.

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