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A ALS Tribology Brasil é homologada para Análise de Óleo?

Nem toda empresa é homologada para análise de óleo. Isto é, não é qualquer laboratório que está apto e qualificado a realizar esse tipo de procedimento. Nós da ALS Tribology Brasil recebemos muitos questionamentos de clientes preocupados com a qualidade dos seus equipamentos. Diante disso, criamos o post a seguir com as perguntas mais frequentes. Esperamos que as respostas ajudem você a se sentir mais seguro da sua decisão.

PERGUNTA: A ALS Tribology Brasil segue normas para realização dos ensaios?

RESPOSTA: Os ensaios de lubrificantes seguem normas internacionais bem definidas. São normas publicadas pela ASTM, ISO, ABNT, DIN, JIS e outras organizações normativas internacionais. Estas normas são, necessariamente, de acesso ao público. Isto é, é possível consultá-las caso você tenha alguma dúvida quanto ao procedimento a ser feito para a análise em seu caso. Todos os procedimentos – coleta, armazenamento, envio para laboratório, metodologia de análise e elaboração de relatórios – são normatizados.

PERGUNTA: por que as análises devem ser feitas de acordo com as normas?

RESPOSTA: A primeira função destas normas está na padronização dos procedimentos para controle de qualidade dos lubrificantes fabricados. Nesse sentido, principalmente os fabricantes de lubrificantes são grandes usuários de ensaios de análises de óleo. Além de garantirem a qualidade dos produtos, esta é uma forma das empresas trazerem transparência e idoneidade ao seu processo produtivo e seu produto final.

Ao falarmos de óleos usados, é necessário fazer medições com exatamente as mesmas normas empregadas no controle da qualidade do óleo novo. Caso contrário, é impossível comparar os resultados do produto novo com os resultados obtidos depois de usados.

PERGUNTA: E por que realizar testes com a ALS e não fabricantes de óleo ou universidades?

RESPOSTA: Para fins de auditoria da qualidade dos lubrificantes vendidos no Brasil, a Agência Nacional do Petróleo credenciou apenas laboratórios de universidades ou centros de pesquisa públicos. Com esta medida, buscou não apenas evitar eventuais conflitos de interesses comerciais, mas também incentivar o desenvolvimento das entidades brasileiras, fomentando o conhecimento científico. Este credenciamento por parte da ANP destina-se exclusivamente para a função de auditoria.

Entretanto, o exame de monitoramento de óleos usados não é o foco destas organizações de pesquisa e ensino. Esta tarefa é exercida pelos próprios fabricantes e laboratórios comerciais independentes. Com isto, as próprias companhias de petróleo empregam laboratórios terceirizados para esta tarefa. Desse modo, podem focar em suas funções principais e realizarem apenas ensaios de controle de qualidade da produção, eliminando um centro de custo.

PERGUNTA: Qual a diferença de monitorar um óleo novo ou um usado?

RESPOSTA: O monitoramento do óleo novo pode trazer informações muito importantes antes do início da operação de uma linha de produção. Ao serem realizados testes para verificação do funcionamento de uma máquina ou de um óleo novo, por exemplo, é possível detectar falhas no projeto ou problemas no próprio óleo. Com isso, é possível adotar medidas de correção antes que algum problema mais grave ou mais caro aconteça.

Além disso, ao coletar informações de um óleo antes do início do seu uso, mesmo que a máquina não tenha apresentado problemas, permitirá traçar um histórico do comportamento tanto do óleo quanta da máquina. Com essas iformações, é possível a criação de um banco de dados para ajudar a tomada de decisões quanto a ações de manutenção pontuais ou sistêmicas no maquinário.

Já o monitoramento do óleo usado ou em uso é imprescindível para averiguação tanto do estado do próprio equipamento quanto da contaminação ou degradação do óleo. As informações contidas no óleo lubrificante podem evidenciar problemas como desgastes, desalinhamentos, oxidação ou mesmo vazamentos.

Assim, a análise de óleo em qualquer etapa do ciclo de vida do equipamento é importantíssima para assegurar a confiabilidade e a longevidade do mesmo. A interpretação das naturais diferenças entre o óleo novo e o usado nos permitirá decidir se um produto pode continuar em uso ou até se a máquina está em condições normais de operação.

PERGUNTA: Qual a diferença então de um fornecedor certificado, homologado e credenciado?

RESPOSTA: No caso de laboratórios de análise de lubrificantes vemos que Certificação não é o mesmo que Homologação e tão pouco é o mesmo que Credenciamento.

Vejamos as diferenças em termos práticos:

  • A Certificação indica que um laboratório cumpra com todos os requisitos técnicos e de gestão para o exercício de sua atividade. A certificação somente pode ser dada por organização com autoridade legal para fazê-lo.
  • A Homologação indica apenas que o laboratório foi aceito por um fabricante ou usuário final para execução dos ensaios que são de seu interesse;
  • O Credenciamento indica que determinado laboratório possui outorga de procuração para representar o fabricante ou usuário final.

Observa-se, portanto, que a homologação e o credenciamento estão relacionados apenas a questões de interesse comerciais ou simplesmente de ordem prática de execução de ensaios.

A ALS Tribology Brasil é certificada e auditada pela ISO para realização de análise de fluidos.

PERGUNTA: O que é necessário para um laboratório ser confiável e aceito e, assim, poder ser escolhido pelo usuário final?

RESPOSTA: Tudo o que a ALS Tribology Brasil fornece:

  • Pessoal treinado e com experiência
  • Instrumentos calibrados e em bom estado de operação
  • Procedimentos bem definidos, conforme as já citadas normas.
  • Certificação dos Sistemas de Garantia da Gestão e Controle da Qualidade

Ainda tem alguma dúvida? Então fale com um de nossos especialistas para resolvê-la agora mesmo! Ficaremos felizes em atendê-lo. A ALS Tribology Brasil agradece sua confiança.

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